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quarta-feira, 30 de junho de 2010

"BLOGAGEM COLETIVA O CONTADOR DE HISTÓRIAS * * * * TEMA : AMOR "

" O AMOR NÃO TEM IDADE"
"Fiz este poema ao meu amor que vive comigo há 34 anos onde compartilhamos uma vida linda cheia de momentos e histórias que hoje nos completam."


Tenho a certeza de uma coisa
Que eu te amo muito
Que adoro os seus beijos
Que adoro os seus abraços
Que adoro sentir seu corpo junto ao meu
Que você é muito importante para mim. 



Digo eu te amo
Amo o seu sorriso
Amo o som da sua voz
Amo quem você é 

Amo você demais 
O seu amor é 
O ar que respiro,
O amanhecer,
O  por do sol,
A chuva que cai
O sol que queima...

Eu sempre vou te amar.
Te amar nas minhas horas de tristezas
Te amar sempre em todos os momentos
Te amar quando a alegria chegar
Pois o amor é alegria
E sou feliz enquanto te amo.

Mesmo que o amor se acabe
Continuarei no silêncio a te amar.
Mesmo que a luz do mundo apague
Continuarei a te iluminar com o meu amor.
Mesmo que seja pela vontade divina
Continuarei a sentir  todo esse amor
Que mora dentro de mim.


Te amo... Te amarei...
Mesmo que a morte nos separe.

"O amor não se conjuga no passado:
ou se ama para sempre, ou nunca se amou verdadeiramente"

"A mira do nosso cupido não teve receio
acertou nosso coração em cheio
 nascendo esse amor verdadeiro."

Fontes e Imagens google e gettymage

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O Contador de Histórias - Pagando Mico



Teria várias histórias de Micos para contar - não só os que paguei como os de alguns amigos - e decidi contar aqui uma história que me fez rir muito,que aconteceu com um casal amigo, durante uma viagem ao Paraguai ,isso há algum tempo atrás.

Tivemos tempos onde muitos brasileiros iam ao Paraguai para comprar as mais variadas mercadorias com preços baixos para revendê-las aqui no Brasil - os chamados Sacoleiros - e outros aproveitavam para viajar e comprar coisas para seu uso pessoal, como também aproveitavam um feriado prolongado e viajavam em  tournê por vários  países Latinos.
E foi assim que esse casal amigo, Vitor e Carla, chegaram ao Paraguai e em uma de suas idas as compras pararam numa Loja de Tapetes e ficaram fascinados - um desfile de tapetes, cada um mais bonito que o outro  e gostaram muito de um deles. O Vitor  se dirigiu ao dono da loja que estava na porta e perguntou  (claro que em português) quanto custava o tapete. O senhor prontamente respondeu com um espanhol misturado com catalão que não deu para entender muito bem e então o Vitor perguntou:
-  70 dólares? e verificou um tom afirmativo do lojista.
Chamou a esposa , que estava a olhar outras coisas, e informou o valor do tapete que ela tinha adorado – Carla na mesma hora já quis garantir a compra . Vitor dirigiu-se ao lojista e disse:
- Vamos levar o tapete. 
O lojista ficou meio parado e o Vitor fez um gestos de mímica que deu a entender que iriam comprar. O Homem arregalou os olhos e muito gentilmente fez meus amigos entrarem ao fundo da loja onde havia uma mesa e algumas cadeiras e um pequeno bar.
Já sentados muito confortavelmente,enquanto o Lojista embalava com o maior cuidado o tapete , enrolando e protegendo com um plástico com bolinhas de ar.
Ficaram admirados com a gentileza do lojista que até uísque ofereceu e, como bom apreciador, o Vitor lógico não ficou só numa dose.
Estando o tapete já devidamente embalado o Lojista pergunta, com esse espanhol todo enrolado só que junto com uns gestos, como iria pagar se em cartão ou cheque. Vitor encheu o peito e disse:
- Em dinheiro!!!!!
- Iaiaia , sorria e delirava de alegria o Lojista
O Vitor pega uma nota de 100 dólares e passa ao Lojista que arregala os olhos e ainda pensando ser uma brincadeira diz:
- No, no, no
- Como não , aqui estão 100 dólares para pagar 70 dólares e ainda tem troco, diz Vitor.
O Lojista pega uma folha de papel e escreve em números garrafais "7000 dólares".
Vitor fica sem jeito , puxa a esposa ,  pede desculpas e pula fora de mansinho antes que o homem ficasse furioso e ainda viesse a cobrar as doses de uísque que tomara.
Durante o resto da permanencia deles lá não passaram mais por aquela rua envergonhados por essa mancada, ou bem dizendo esse tremendo mico que pagaram.