quinta-feira, 9 de setembro de 2010

" UM DIA ANGUSTIANTE"




A noite estava muito fria e já passava das dez horas quando Denise conseguira, finalmente, sair da Faculdade. Caminhava a passos largos para chegar ao ponto e não perder o ônibus porque queria chegar logo em casa.

O dia tinha sido desgastante começando na loja que trabalhava onde tivera vários problemas com clientes, colegas e até com uma tentativa de assalto que fora rapidamente abortada pela segurança do Shopping. Saindo de lá teve que seguir para a Faculdade que não podia faltar, pois era semana de provas e o que mais queria era concluir o seu curso de Administração para conseguir uma boa colocação no mercado e crescer profissionalmente.

Estava quase chegando no ponto quando viu seu ônibus, tentou correr para pegar, mas não teve sucesso. Agora não adiantava chorar e o jeito era esperar o próximo chegar. Ficava um pouco receosa em ficar ali sozinha à noite apesar de ter algum movimento de pessoas que transitavam naquele ponto.

Denise olhava para frente, fixamente, na expectativa de sua condução chegar, começou a cair uma garoa, encolheu-se sentindo muito frio. Subitamente escutou o barulho de um carro derrapando na pista e freando quase em cima dela. Como num passo de mágica as portas traseiras do carro se abriram, dois homens saíram e sem dar tempo de reagir a agarraram e jogaram para dentro do veículo. Denise continuava encolhida, não conseguia enxergar nada, pois vedaram seus olhos, suas mãos e pés estavam presos e só escutava eles agitados dizendo para ela ficar quieta senão morreria.

O carro corria desgovernado, derrapava nas curvas e seu corpo era jogado de um lado para o outro como um saco de batatas. Estava apavorada, seus sentidos anestesiados, seus pensamentos confusos e se perguntava: Quem eram eles? Será que estava sendo seqüestrada pelos bandidos que tentaram assaltar a loja, que a viram apertar o alarme para avisar a segurança? O que eles queriam com ela? Estava em transe morrendo de medo e não sabia para onde a estavam levando. Começou a rezar, a chorar baixinho e queria tanto sair dali, chegar em sua casa e abraçar seus pais.

Finalmente, após meia hora, o carro parou e Denise foi arrancada do carro pelos ditos “irmãos metralhas” que a levaram para um quarto e a deixaram lá trancada. Escutou o barulho das chaves fechando a porta e os passos dos homens se afastando sem dizerem uma só palavra, sendo que um deles tinha um pigarro constante que mais parecia um tique nervoso.

Conseguindo se libertar das tiras que a amarravam e da venda dos olhos verificou que estava num cubículo muito pequeno e totalmente escuro. Tropeçou em um móvel e tocando percebeu ser uma mesa e por cima dela havia uma pequena mala ou algo parecido, mas não dava para ver.

Cansada, morrendo de medo, com a boca seca querendo muito beber água, estava tentando se controlar para não entrar em pânico e rezando para que alguém viesse socorrê-la. Seus pais já deviam estar aflitos e não sabia mais em que pensar, com suas pernas trêmulas acabou sentando no chão que estava igual a uma pedra de gelo de tão frio. Não queria morrer assim desse jeito, precisava reagir e olhando para o alto avistou uma pequena janela onde dava para ver a penumbra da noite e a sombra de um poste. Abaixou a cabeça e começou a chorar muito e foi quando ouviu um “clique” e viu que a luz do poste acendeu o que fez entrar um pequeno feixe pela janela que iluminava o móvel em que havia tropeçado.

Levantando foi logo verificar a mala que estava ali. Olhou detalhadamente e verificou que tinha dois fechos e apertou sem pensar e ela se abriu. Levantando a tampa deu de cara com seus objetos pessoais e ao mesmo tempo que arregalava os olhos pelo que acabara de ver, escutou o barulho das chaves na porta que abriu bruscamente, fazendo com que Denise soltasse um berro de tão assustada, levantasse rapidamente a cabeça, abrisse os olhos e . . . ! ! !
– Denise minha filha vai ficar dormindo com a roupa que andou o dia inteiro na rua? Levanta daí, vá tomar um banho e venha jantar conosco que daqui a pouco está na mesa, disse sua mãe ao entrar em seu quarto.

Viu que estava na sua cama, no seu quarto com as todas as luzes acesas. Suspirou de alívio e disse:
- Ufa que pesadelo horrível !!! Que bom que estou em casa.

Denise havia chegado em sua casa e estava sem luz, deitou-se na cama para esperar ela voltar pegando no sono. Foi assim que acabou tendo esse pesadelo, reflexo do dia angustiante que passara e agora o que mais queria era poder descansar e esquecer tudo isso.

*Escrito por Irene Moreira*

Participação da 5a. Edição do Projeto Entrelinhas

"O que a história conta não passa do longo sonho,
do pesadelo espesso e confuso da humanidade."
(Arthur Schopenhauer)

Imagens google

terça-feira, 7 de setembro de 2010

"Alice no País das Maravilhas" ( Parte II - final)



Aqui estou para continuar contando o que aconteceu com a Alice depois que teve o encontro com a lagarta que lhe dá alguns conselhos preciosos. Para quem não leu a primeira parte pode ver AQUI . Vamos então saber o que a espera até o fim quando então termina as aventuras da Alice no País das maravilhas.


Alice volta às suas proporções normais e continua a andar pela floresta. Numa clareira, ela encontra uma pequena casa e encolhe o bastante para entrar nela. É a casa da Duquesa. Ela e o Cozinheiro estão brigando furiosamente, e os dois não parecem se preocupar nem um pouco com a segurança do bebê que a Duquesa está embalando. Alice pega o bebê para tomar conta dele, mas ele se transforma num leitão e escapole para a floresta.

                            
Mais tarde, Alice encontra o Gato de Cheshire, que antes estava sentado na casa da Duquesa mas não tinha se manifestado. O Gato a ajuda a achar o caminho através da floresta, mas a avisa que todos aqueles que ela irá encontrar são loucos.


Alice chega até a casa da Lebre, onde ela é convidada para ir à Festa da Hora do Chá. Na Festa, estão presentes a Lebre, o Chapeleiro Louco e o Rato do Campo. Uma vez que o Tempo parara de funcionar para o Chapeleiro, são sempre seis horas da tarde e é hora do chá. As criaturas da Festa do Chá são as que mais discutem em todo o País das Maravilhas


. 
Alice sai da festa e encontra uma árvore com uma porta; quando ela espia pela porta, ela vê o corredor onde ela tinha começado sua aventura. Desta vez, ela está preparada e consegue ir até o lindo jardim que ela tinha visto antes.



 Ao chegar lá, Alice descobre que está no jardim da Rainha de Copas. Alice vê três jardineiros, cujos corpos tem a forma de cartas de baralho. Eles estão muito ocupados pintando as rosas de vermelho.

Alice os interroga e os jardineiros dizem que, se a Rainha de Copas descobrir que eles haviam plantado rosas brancas ao invés de vermelhas, eles serão decapitados. Logo a seguir, chega a Rainha em pessoa e ordena a execução imediata dos jardineiros. Alice os ajuda a se esconderem num grande vaso de flores.

A Rainha convida Alice para jogar croquê. É um jogo muito difícil de ser jogado no País das Maravilhas, pois as bolas e os tacos são animais vivos. A partida é interrompida pela chegada do Gato de Cheshire, com o qual o Rei de Copas antipatiza instantaneamente.


A Rainha leva Alice até o Grifo, e este, por sua vez, a leva até a Tartaruga Falsa. O Grifo e a Tartaruga contam a Alice histórias bizarras sobre a escola deles no fundo do mar. A Tartaruga Falsa canta uma canção melancólica sobre sopa de tartaruga, e pouco depois o Grifo arrasta Alice para assistir ao julgamento do Valete de Copas.

 O Valete de Copas estava sendo acusado de roubar as tortas da Rainha, mas as provas contra ele eram muito ruins.

Alice fica abismada com os ridículos procedimentos do tribunal. Ela também começa a crescer. Logo ela é chamada para testemunhar; nesta altura, ela já estava com um tamanho gigantesco. Alice se recusa a ser intimidada pela lógica distorcida do tribunal e pelas acusações do Rei e da Rainha de Copas. Subitamente, todas as cartas se levantam e a atacam. Neste momento, ela acorda. Suas aventuras no País das Maravilhas tinham sido apenas um sonho fantástico.


 A História de Alice no País das Maravilhas teve a sua versão de 2010 num filme muito bem feito que em 3D nos deixa maravilhados sentindo por alguns momentos estar sonhando realmente no País das Maravilhas.



Apresentei uma mistura de figuras que mostram o desenho animado da Alice de nossa infância e as imagens do filme que hoje revivemos esse conto numa fantasia e magia do século XXI.


.Imagens e pesquisas retiradas do google

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

" A Descoberta da Joaninha "


Dona Joaninha vai a uma festa em casa da lagartixa.

Vai ser uma delícia!

Todos os bichinhos foram convidados...

Dona Joaninha quer ir muito bonita!

Porque, assim, todo mundo vai querer dançar e conversar com ela!

E ela poderá se divertir a valer!...

Por isso, colocou uma fita na cabeça, uma faixa na cintura, muitas pulseiras nos braços e ainda levou um leque para se abanar.

No caminho encontrou Dona formiga, na porta do formigueiro, e disse:

- Bom dia, Dona Formiga!

Não vai à festa da lagartixa?

- Não posso, minha amiga. Ontem fizemos mudança e eu não tive tempo de me preparar...

- Não tem problema! Tudo bem! Eu posso emprestar a fita que tenho na cabeça e você vai ficar linda com ela! Quer?

- Mas que legal, Dona Joaninha!

Você faria isso por mim?

- Claro que sim! Estou muito enfeitada! Posso dividir com você.

E lá se foram as duas. A formiga radiante com a fita na cabeça.

Dali a pouco encontraram Dona Aranha, na sua teia, fazendo renda.

Ao ver as duas, a aranha falou:

- Oi! Onde vão vocês duas tão bonitas?

- À festa da lagartixa! Você não vai?

_ Sinto muito! Não posso...tive muitas despesas e sem dinheiro não pude me preparar para a festa!

Não seja por isso! disse a Joaninha - Estou muito enfeitada! Posso bem emprestar as minhas pulseiras...Vão ficar lindíssimas em você!

- Que maravilha! disse a aranha entusiasmada.

- Sempre tive vontade de usar pulseiras nos braços! Dona Joaninha, você é legal demais! Sabia?

E dona Aranha, muito beliz, acompanhou as amigas.

Logo adiante encontraram a taturana. Como sempre, morrendo de calor!

- Oi, Dona Taturana! Como vai?

- Mal! Muito mal com esse calor!...Sabe que nem tenho coragem de ir à festa da lagartixa?

- Ora! Mas para isso dá-se um jeito! disse a Joaninha muito amável. - Poderei emprestar o meu leque.

E lá se foi também a taturana, felicíssima, abanando-se com o leque e encantada com a gentileza da amiga.

Mas, logo depois, deram de cara com a minhoca, que tinha posto a cabeça para fora da terra para tomar um pouco de ar.

- Dona Minhoca não vai à festa? disse a turminha ao passar por ela.

- Não dá, sabe? Eu trabalho demais! Quase não tenho tempo para comprar as coisas de que preciso... E, agora, estou sem ter uma roupa boa para vestir! Sinto bastante! Porque sei que a festa vai ser muito legal! Mas, que se vai fazer...

- Ora, Dona Minhoca - disse a joaninha com pena dela. - Dá-se um jeito...Posso emprestar a minha faixa e com ela você ficará muito elegante!

A minhoca ficou contentíssima! E seguiu com as amigas para a festa.

Dona Joaninha estava tão feliz com a alegria das outras que nem reparou ter dado tudo o que ela havia posto para ficar mais bonita.

Mas, a alegria do seu coração aparecia nos olhos, no sorriso, e em tudo o que ela dizia! E isso a fez tão linda, mas tão linda que ninguém na festa dançou e se divertiu mais do que ela!

Foi então que a Joaninha descobriu que para a gente ficar bonita e se divertir, não é preciso se enfeitar toda.

Basta ter o coração bem alegre, que essa alegria de dentro deixa a gente bonita por fora! E ela conseguiu essa alegria fazendo todo aquele pessoal ficar feliz!

*Bellah Leite Cordeiro*


Essa história é muito linda e mostra a bondade da Joaninha em atender aos amigos e mesmo tendo dado todos os seus enfeites,mesmo assim continuou feliz e alegre.
Dedico esta história a minha amiga Chica  onde seus blogs estão AQUI e agradeço todo o carinho que ela dedica aos seus amigos nesta Blogosfera.






Imagens google
site historias infantis - Vera Stefanello


sábado, 4 de setembro de 2010

26a. EDIÇÃO - " UM ANJO "

Foto (editada)retirada do site Deviant Art 

Um anjo com lindas asas brancas no teu jardim pousou
Mas quieto, a sombra dos galhos das árvores, sentado ficou

Aguardava, entoando uma linda canção, a tua hora chegar
Num lindo vôo junto com as gaivotas poder te levar
Já se via refletir sobre seus longos cabelos o brilho do sol
O anjo te dá a mão e segues fixando o olhar no céu azul.

*Houve um anjo que passou por aqui
*O vôo da gaivota espalhou o seu olhar
*Deixando a essência do seu amor.

*Escrito por Irene Moreira*
Dedico esta participação ao meu mestre das palavras, ao meu incentivador, ao nosso amigo  HOD do blog O Olhar de Carpe Diem para o Século XXI que esta semana transcedeu deixando-nos triste com sua partida.
Hod nasceu
Transcedeu
Voa no céu

Participação para a 26a. Edição

 Projeto Palavras Mil

"Os ventos que as vezes tiram algo que amamos,
são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar...
Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim,
aprender a amar o que nos foi dado.
Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre... "
(Bob Marley )
Imagens google

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

"UM MOMENTO A DOIS"


Tem dias em nossas vidas que parece que o mundo vai desabar e aquele dia para Francine estava sendo assim. Seu coração disparava tamanha era a ansiedade de chegar em casa, conversar com o Rick , dividir com ele esse momento que misturava sentimentos de alegria e de medo ao mesmo tempo.

Francine e Rick se conheceram na Faculdade, se apaixonaram e decidiram morar juntos. O tempo foi passando e essa união já tinha seis anos compartilhados com muito amor e companheirismo. A vida não era fácil para os dois que tinham que trabalhar e estudar para poderem pagar as contas e sobreviverem. Faziam planos para o futuro, estavam no início de suas carreiras e se dedicavam ao máximo para conquistarem seu lugar ao sol. Queriam muito construir uma família, terem a sua casinha no campo com um lindo jardim, uma varanda onde pudessem, ao final do dia, sentarem juntinhos jogando conversa fora, contando como passaram o dia, trocando juras de amor e abraçadinhos vissem o por do sol que os embalaria para uma linda noite de amor.

Francine chegou rapidamente em casa e foi logo tomar um banho, trocar suas roupas e preparar o jantar para quando Rick chegasse. Procurou fazer uma comida leve, colocou a mesa com mais detalhes do que normalmente o fazia, enquanto seus pensamentos disparavam procurando as palavras para contar o que tinha acontecido que poderia mudar suas vidas. Estava aflita, pois sabia que independente do que o seu coração quisesse o mais importante para ela era a opinião de Rick. O seu amor por ele era tão grande que qualquer dor seria suportável e o tempo ajudaria a cicatrizar.

Estava entregue aos seus pensamentos e afazeres quando escuta o barulho das chaves na porta, seu coração estremece, suas pernas ficam trêmulas, mas respira fundo para não dar a perceber sua ansiedade. Rick chega todo feliz e animado e corre para abraçá-la e beijá-la dizendo:
- Minha deusa como você está cheirosa, tão linda, disse abraçando-a, acariciando seu pescoço enchendo de beijinhos.
Francine se entregou as suas carícias e seu coração disparava de tanto amor e felicidade que sentia. Aproveitou esse momento e com a voz um pouco arranhada disse:
- Rick eu preciso muito te contar o que está acontecendo comigo. Queria que você soubesse que o amo muito e o que você decidir será feito.
Rick se afastou um pouco, segurou suas mãos carinhosamente e olhando para ela falou:
- Conte- me tudo que estou aqui para ouvir e ajudar no que for preciso.
Francine engoliu em seco, molhou os lábios e então disse:
- Rick hoje fui pegar os meus exames e recebi a notícia de que estou grávida. Confesso que estou muito feliz com essa notícia, mas ela só será completa com a sua felicidade também. Estamos passando um momento difícil em nossas vidas, e tudo é contado aqui em casa e esse filho vem numa hora que teremos que abrir mão de muita coisa. O que você me diz meu amor? Chegastes tão alegre e eu aqui estou te dando essa notícia que talvez em outra época estaríamos pulando de alegria.

Rick foi ouvindo o que Francine falava, palavra por palavra, olhando cada expressão de olhar, seus lábios se mexendo, mas na verdade era uma notícia que o havia deixado mudo. Francine chegou perto dele, tocou seu rosto e perguntou o que ele tinha para dizer. Como num despertar olhou para ela, segurou seus braços e disse emocionado:
- Amor da minha vida você não sabe que notícia maravilhosa você acaba de me dar, você vai me dar um filho o que mais quero nesta vida? Sou a pessoa mais feliz do mundo e ainda mais que acabei de receber uma promoção no trabalho e agora sou o Gerente da área de Engenharia.

Francine emocionada o abraçou fortemente chorando de tanta alegria e felicidade. Ficaram assim abraçados por algum tempo sentindo o calor de seus corpos que de sua união ali se encontrava o início de um serzinho que era o fruto desse amor.

*Escrito por Irene Moreira*

11a. Edição Projeto OAPSS

"O amor perfeito é a mais bela das frustrações, pois está acima do que se pode exprimir."
(Charles Chaplin)

Imagem google

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

"Alice no País das Maravilhas" ( Parte I )


Alice no Jardim de cogumelos conversando com a lagarta
Alice é uma menina muito curiosa e fascinada por tudo. Cansada de seu mundo que acha que é muito monótono ela depara com um coelho de colete e relógio. Como tudo é novidade para Alice lá vai ela atrás do coelho que nem olha direito por onda anda e acaba caindo em um buraco que a leva ao maluco País das Maravilhas. Para chegar nesse lindo Jardim ela passa por transformações que a fazem ficar grande ou pequena demais.

Quando Alice está pequena demais ela escorrega num lago e fica sabendo que ele foi formado por suas lágrimas quando era gigante. Ela nada até a praia com alguns animais , mas fazendo comparações com sua gata acaba ofendendo a todos. Depois disso é largada sozinha e sai correndo através da floresta e encontra o Coelho Branco. Ele a confunde com sua criada e ordena que ela vá pegar várias coisas na casa dele. Alice obedece a vai até a casa do Coelho. Chegando lá ela bebe um líquido e fica gigante, depois come um bolo e volta ao seu tamanho normal.


De volta à floresta, Alice encontra um jardim cheio de cogumelos e num deles está uma Lagarta sentada num cogumelo gigante. Ela dá alguns conselhos preciosos, além de ensinar Alice a usar o cogumelo: um lado faz crescer e outro faz diminuir. A primeira vez que Alice prova o cogumelo faz com que ela estique seu corpo tremendamente, especialmente o pescoço, os braços e as pernas.

Voltando ao seu tamanho normal ela continua a caminhar pela floresta onde conhece vários outros personagens maluquinhos como a Duquesa e seu cozinheiro, o Gato Risonho, a Lebre Maluca com quem toma chá com o Chapeleiro Louco e o Rato do campo. Além disso conhece a Rainha de copas que lhe apresenta outras criaturinhas e com quem participa de um jogo de croquê.

Quer saber o que aconteceu no encontro da Alice com esses personagens? Em uma próxima postagem contarei todos os detalhes até o fim quando então termina as aventuras da Alice no País das maravilhas.



Este sábado vou assistir, finalmente, ao filme da Alice no País das Maravilhas (2010).
 Dirigido por Tim Burton, o filme tem no elenco Johnny Depp, Anne Hathaway
e Helena Bonhan Carter.
* * * * * *
Resolvi recordar esse lindo conto escrito por Lewis Caroll e nesta postagem mostro um resumo da primeira parte das aventuras da Alice nesse mundo encantado. Até lá ! Beijos

Fontes de imagens ,pesquisas e vídeos  retirados do Google / You Tube